segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

sábado, 14 de janeiro de 2012

Evite problemas, se mantenha na ignorância

Perceber o mundo como agora percebo, tem me deixado pra baixo. Antigamente, apenas a TV nos passava uma imagem de mundo pseudo desesperadora. Sabia que a TV e os jornais só publicavam uma parte da notícia, mas não era tão visível. Havia desculpa para não perceber que  muita coisa estava errada.

Porém hoje, com a internet, ficou impossível não ter acesso a informação. A desculpa de inacessibilidade está desfavorecida. Quando a pessoa se mantém na ignorância é porque não está afim de assumir o problema. 
Cinco Moças de Guaratinguetá de Di Cavalcanti

E muita gente não está afim. Na verdade poucos assumem a vida pra si. Poucos admitem que a vida não pode passar em branco.

E além do que, este pouco é muito pouco e raramente consegue remar contra a maré. 

domingo, 1 de janeiro de 2012

COMO RIR EM TEMPOS DA INTERNET? De Bem Vindo Sequeira


Alguns leitores dizem que faço merchandising para a Kia ao rir Kiakiakia.
Se eu rir kkk posso ser enquadrado de fazer merchand para a Klu Klux Klan.
Kakakakaka é merchand para o Ford Ka.
Hahahaha pensam que estou com Parkinson digitando o verbo Haver.
Hehehehe os americanófilos só conseguem ler : ele ele ele ele
Hihihihi eles lêem oi oi oi.
Hohoho é afetada demais para ser risada .
Huhuhuhu  vão dizer que estou vaiando.
Rsrsrsrsrs vão falar que privilegio o Rio Grande do Sul
Uashuauashua é risada crônica compulsiva nervosa. Não cheguei a tal ponto ainda na minha histeria.
Mas vou chegar, é só o tempo de continuarem patrulhando as minhas risadas e dando a elas interpretações gestaltianas. Ah vou !! Uashuauashuauashua...


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Campanha contra homofobia na Irlanda: exemplo para o Brasil



sábado, 31 de dezembro de 2011

Agora o estado contrata caciques para garantir festa de final de ano!



Chuva só estiou 35 minutos antes do início da contagem regressiva

Queima de fogos no Rio vista do Laboreaux, na Rocinha, onde choveu bastante
MÁRCIA FOLETTO / O GLOBO
RIO - Não houve reza que conseguisse conter os céus, e os dois milhões de convidados do réveillon de Copacabana tiveram que aguardar a contagem regressiva debaixo d’água mesmo. A chuva, que começou a cair por volta das 19h, apertou a partir de 21h, assustando o público, que só retornou para a areia com a estiagem, às 23h25m. Assim, no lugar dos tradicionais trajes brancos, as capas coloridas invadiram as ruas, mudando o figurino oficial da festa.
Pelo quarto ano consecutivo, o mau tempo causou apreensão no último dia do ano — e, desta vez, a chuva não deu trégua. A preocupação maior dos organizadores ontem, no entanto, não era com a água, mas com o vento. Rajadas de até 52km/h dificultaram o deslocamento e até mesmo o alinhamento das 11 balsas, ameaçando a queima de fogos.
(E agora o que interessa)
Cobra Coral trabalhou só para segurar o vento
Convocada pela prefeitura para tentar garantir o tempo bom na virada do ano, a Fundação Cacique Cobra Coral garante que não falhou. O porta-voz da entidade, Osmar Santos, disse que no início da noite a médium Adelaide Scritori, que afirma incorporar o espírito do cacique Cobra Coral — capaz de controlar o tempo — foi procurada pelo alto escalão da prefeitura com outra missão.
— O vento passou a ser prioridade. O importante era garantir a queima de fogos. Dona Adelaide foi levada do hotel onde ficamos em Copacabana até as balsas. Fez seu trabalho para controlar a situação e retornou à terra firme — disse Osmar.
O balão da Lei Seca, no Leme, que seria uma atração nova neste réveillon, não operou durante a noite, por causa do vento e da chuva. O mau tempo também prejudicou a visibilidade de quem estava nas lajes dos morros próximos. A umidade do ar, aliada à queda da temperatura e à precipitação, provocou fumaça durante a queima de fogos.
Assim que a chuva apertou, uma avalanche de ambulantes carregando capas de chuva invadiu a Avenida Nossa Senhora de Copacabana e a Rua Barata Ribeiro. Apostando na previsão do tempo, o ambulante Tiago da Cruz, de 25 anos, vendeu mais de 200 em menos de quatro horas:
— Não tem erro. Com cerveja e capa de chuva, eu sempre começo o ano seguinte melhor do que o ano anterior. E, pelo visto, 2012 vai ser ótimo.
Tiago contou que comprou as capas a R$ 2,50 cada no Mercado Popular da Saara para revender por R$ 5.
Em frente ao número 840 da Avenida Atlântica, no Leme, a área externa de um estabelecimento que está fechado para obras virou abrigo para a turma que tentava fugir da chuva. Os postos de gasolina da orla também viraram pontos de refúgio de quem comemorava, assim como os espaços sob as marquises dos prédios residenciais e dos hotéis.
Na Lagoa, o mau tempo esvaziou a festa. Assustados, com a chuva e o vento, muitos deixaram o local ainda antes da contagem regressiva. Flanelinhas agiram livremente na Avenida Epitácio Pessoa, próximo ao Corte do Cantagalo.

O GLOBO
Publicado:
1/01/12 - 0h25
Atualizado:
1/01/12 - 1h33