sexta-feira, 21 de junho de 2013
quarta-feira, 19 de junho de 2013
VIVA O CAOS
É tanto medo da violência, da depredação do patrimônio publico (do privado tbm) e de se machucar, que sinceramente, me encheu o saco...querem lutar e sair ilesos. Claro que já pegaram o discurso que a classe media morre de medo e enfiaram meia dúzia de "vândalos"no meio da caminhada...
Tudo isso é óbvio!
Pra mudar é necessário o caos, e não há paz no caos. Ou se preparem pra guerra ou continuem em suas vidinhas. Caminhada eu faço na praia.
Tudo isso é óbvio!
Pra mudar é necessário o caos, e não há paz no caos. Ou se preparem pra guerra ou continuem em suas vidinhas. Caminhada eu faço na praia.
domingo, 9 de junho de 2013
Normal? Não. Diferente, por favor!
Aceitar o diferente vai além de dar um risinho praquele menino com alguma síndrome. Vai além também de assistir ao espetáculo indígena. Ou até mesmo ir na passeata gay. Não sei porque, mas desconfio, pois todas essas coisas me cheiram a modismos. Está na moda ser diferente. Desde que seja um desses diferentes (não da síndrome ou virar índio, mas aceitar isso...ou no caso do gay, se transformar mesmo).
Ser diferente é pensar e agir de forma diversa. É sair do padrão. E o que é o tal padrão? Atualmente acredito que seja aquilo que a mídia impõe, mas pode ser também os dogmas católicos cobertos de hipocrisia, explico: não adianta seguir os dogmas na minha frente, eles devem ser vividos de alma, crer totalmente naquilo que a igreja impõe, do contrário meu querido, você é hipócrita.
Aceitar o diferente é debater assuntos diversos e argumentar. Desde que seja uma opinião formada e não o repeteco do JN da noite anterior. Não é preciso que o outro pense como você, ou que todos pensem da mesma forma. Essa é a riqueza do mundo: a diferença. E para ser diferente, tem que se deixar de pensar no tal do normal.
Ser diferente é pensar e agir de forma diversa. É sair do padrão. E o que é o tal padrão? Atualmente acredito que seja aquilo que a mídia impõe, mas pode ser também os dogmas católicos cobertos de hipocrisia, explico: não adianta seguir os dogmas na minha frente, eles devem ser vividos de alma, crer totalmente naquilo que a igreja impõe, do contrário meu querido, você é hipócrita.
Aceitar o diferente é debater assuntos diversos e argumentar. Desde que seja uma opinião formada e não o repeteco do JN da noite anterior. Não é preciso que o outro pense como você, ou que todos pensem da mesma forma. Essa é a riqueza do mundo: a diferença. E para ser diferente, tem que se deixar de pensar no tal do normal.
sábado, 8 de junho de 2013
Aquietar
Barulhos, vários sons interrompem meus devaneios. Concentração, quem sabe? Pra qual finalidade? Só saberei se quieta ficar. Estará na hora de saber? Quando enfim aquietar-me, saberei.
Mas falando sério...poeta não sou. Mas a minha cabeça não para. Para qualquer fato, história, cotidiano enfim, há algo maior. Pode ser coisa da minha cabeça, claro, pq não? Pode ser apenas um reles dia a dia com coisas acontecendo.
Por que seria só isso? Que pobre!
Eu gosto de colocar sentido na vida. Como por exemplo os sinais, nada é por acaso. Ainda mais coisas absurdas, como uma tarântula no meio do quarto ou um escorpião no tanque. Porque seriam apenas casualidade? Senti que não eram.
Sinais ou sentimentos, não preciso provar, ninguém precisa provar a sensibilidade. Algo que está na nossa alma, ou na minha apenas...ou de alguns? Acho que o espiritismo pode dar uma boa noção do que falo. Será que posso me dizer espirita? Na verdade não gosto de me rotular. O rótula limita, nos deixa sem poder mudar de opinião e eu gosto de mudar de opinião.
Este mundo é uma passagem, aqui coisas acontecem para que se forme um caráter, uma subjetividade, uma alma. Apenas isso. E com o materialismo perdemos tempo reunindo bens e matando o imaterial.
Cuidado, aqui passamos apenas 100, 120 anos no máximo. Como será o tempo depois daqui?
Será eterno? Serão escalas? Ou algo inimaginável.
Poderia dizer só Deus sabe. Mas se Deus (assim que mtos gostam de nomear) está dentro de nós, também sabemos. É só perceber...e pra isso preciso me aquietar!
E essas merdas dessas motos e caminhões devem ser mandados do inferno pra me atazanar!!!
Mas falando sério...poeta não sou. Mas a minha cabeça não para. Para qualquer fato, história, cotidiano enfim, há algo maior. Pode ser coisa da minha cabeça, claro, pq não? Pode ser apenas um reles dia a dia com coisas acontecendo.
Por que seria só isso? Que pobre!
Eu gosto de colocar sentido na vida. Como por exemplo os sinais, nada é por acaso. Ainda mais coisas absurdas, como uma tarântula no meio do quarto ou um escorpião no tanque. Porque seriam apenas casualidade? Senti que não eram.
Sinais ou sentimentos, não preciso provar, ninguém precisa provar a sensibilidade. Algo que está na nossa alma, ou na minha apenas...ou de alguns? Acho que o espiritismo pode dar uma boa noção do que falo. Será que posso me dizer espirita? Na verdade não gosto de me rotular. O rótula limita, nos deixa sem poder mudar de opinião e eu gosto de mudar de opinião.
Este mundo é uma passagem, aqui coisas acontecem para que se forme um caráter, uma subjetividade, uma alma. Apenas isso. E com o materialismo perdemos tempo reunindo bens e matando o imaterial.
Cuidado, aqui passamos apenas 100, 120 anos no máximo. Como será o tempo depois daqui?
Será eterno? Serão escalas? Ou algo inimaginável.
Poderia dizer só Deus sabe. Mas se Deus (assim que mtos gostam de nomear) está dentro de nós, também sabemos. É só perceber...e pra isso preciso me aquietar!
E essas merdas dessas motos e caminhões devem ser mandados do inferno pra me atazanar!!!
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Sem neurose!!!
Ontem, rodando os canais, vi um pedacinho do Fantástico, falavam de como sobreviver sem empregada. O personagem da história era uma família de classe média com dois filhos. Uma casa muito organizada e graças aquela pessoa que não é da família mas vive junto. Só escutei uma frase: - antes ela fazia tudo, agora já tenho que fazer algumas coisas. Chegava de noite eu pedia: dá um banho no fulaninho. Agora ela tem horários.
Pensei comigo: que crise que esse pessoal passa pra fazer o óbvio.
Eu nunca entendi o barato de se delegar um filho a terceiros. Fui criada por empregada. Empregada? Uma pessoa que cria é empregada? Acho que não. Não há dinheiro que se pague para este tipo de emprego. E mais, a tal empregada deixava seu filho em creches ou em casas de cuidadoras para cuidar de nós para ganhar um salário e mais algumas coisinhas. Isso nunca ficou muito claro na minha cabeça. Eu a tenho como mãe, meu sentimento por ela vai muito além do profissional. Nas minhas lembranças infantis é ela que está presente. Tive outras babás depois que cresci, na verdade cuidavam do meu irmão, e nessas percebi a parte péssima de se ter alguém de fora cuidando dos filhos, eram meninas adolescentes que não sabiam cuidar nem delas, como cuidariam dos filhos dos outros? Isso não é óbvio?
Quando minha filha nasceu ninguém da minha família entendeu muito bem a minha reação quando disse que não queria uma pessoa pra cuidar da minha filha. Eu mesma faria isso. Falta de dinheiro? Acho que não, se alguém cuidasse da Alice eu não sairia do meu trabalho. Mas resolvi criá-la. Medo da violência? Um pouco, quem sabe. Mas o meu medo maior era não poder passar os valores pra ela. E mais, se a tal empregada fosse ruim, como as babás do meu irmão, tratariam ela mal. Mas poderia ser boa, como a Iraci, aí eu morreria de ciúmes. É minha filha (e do meu marido)!
Ela poderia também ficar numa escola, seria uma opção mais adequada, mas aí eu teria pouco tempo com ela. E preferi eu cuidar dela, da casa, do marido... Acha que é muita coisa?
Não é. Não consegui ficar parada intelectualmente e profissionalmente. Nos primeiros meses de vida dela, fiz uma pós. Meu marido ficava com a Alice numa sala ao lado para eu amamentá-la. Depois da pós comecei um curso de pedagogia, mas graças a vários fatores não segui em frente. Eu tive tempo de repensar minha carreira. Fiz cursos técnicos de design gráfico, pude estudar a parte teórica e consegui me reciclar enquanto criava minha familinha.
Hoje em dia eu continuo cuidando da casa, da filha, do marido (que me ajuda e muito), de mim e além de jornalista também sou design gráfico. Nem diarista tenho mais, o que está me fazendo falta, já que não limpo vidros (acho que terei uma para essas tarefas). Não sei, ando com preguiça de ter que lidar com elas.
E, se não for neurótico, dá pra viver muito bem sem elas. Apesar que se a Iraci quisesse, eu até que deixaria cuidar da Alice...mas agora ela está curtindo a vida dela. Adoramos ir na casa, é como se fosse aquela antiga casa de vó: com pomar, horta e galinheiro!!!
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Iraci com a Alice![]() |
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Mortos Vivos
Nossa história, tão esquecida...Ontem um rapaz disse que não se arrisca pra mudar a sociedade, mas não perde tempo em se divertir pra tal. Claro que com diversão nada mudará.
Logo percebo que a ditadura venceu, através do entretenimento e do medo,todos tem medo. Eu não tenho medo de lutar, ser presa ou até mesmo morrer, eu tenho medo de deixar esse mundo ridículo e super hiper controlado pra minha filha. Claro que algum idiota vai falar: que adianta se morrer? E quem disse que obrigatoriamente se morre na luta? E se morrer, não valeu a pena? Será mesmo que a vida é só esse mijar/ cagar eterno?
Vou passar uma vida toda me lamentando por ter como companheiros de mundo seres bundões! Não é a toa que está tão na moda os tais zumbis.
quinta-feira, 25 de abril de 2013
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